a cara
a cura
a mala
a cuia
a saia
a mula
a vala
a rua
a sala escura
a sala está cheia
de AR
de MAR
OÍ,que poesia é essa que me sai
poesia sinistra que por pouco não me cai
poesia feito gente
de trás e de frente
para onde é que ela vai
poesia que é minha vida
tão sincera,tão querida
que eu quero muito mais
é de chão é de pé
é de barro é de areia
do cimento as teias
que me fazem que me tão
de longe eles nunca vão
de perto eles nunca vem
e é no balanço do trem que o trem já se acaba...
e a morte não me cala
mesmo se eu estou qiuieto
e é melhor você fiacar certo
e se morra de tremer
e se cague de temer
o quão eu sou tão forte
pois eu sou é do norte
cabra bom e cabra mal
se me pede um real
eu te dou uma esmola
se me dá uma vergonha
eu te dou uma cachola
chora menino chora
que o poeta endoidou
que o poeta está doido
chora mais não vai embora
que o poeta nem chegou...e é só o começo!
*poesia feita no estágio "reconstruindo a liberdade"do 9ºsemestre do curso de direto,após maravilhosos dia de batucadas no teia tambores digitais 2010 em fortaleza,muito bom rapaz,muito bom menina!
terça-feira, 30 de março de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário